E essa tal de Neutralidade, Psicóloga (o)?

Muito se escuta dizer sobre a Neutralidade na Psicologia. Muito se diz, mas também muito se confunde. É com neutralidade que se faz ciência. E a Psicologia é uma ciência neutra, produz conhecimento e diversas teorias sobre o comportamento humano, com rigor ético e neutro trata de questões de desenvolvimento humano, através de métodos e intervenções científicas. A Psicologia é Neutra!

Mas e o cientista? O Psicólogo (a) não é neutro! A começar pelo fato de escolhemos uma abordagem psicológica, uma linha de pensamento que nos conduz a uma compreensão do mundo, de nós mesmos e das outras pessoas. Nossos valores nos acompanham não só em nossa caminhada pessoal, mas também quando atuamos, compartilhamos isso com o mundo o tempo todo! Assim como cada ser humano é único, todo Psicólogo (a) também é singular.

A busca por uma neutralidade inexistente limita a possibilidade de uma atuação autoral e empática, baseada no rigor ético e científico. O Psicólogo (a) não é neutro, mas tem o dever da ética na relação terapêutica e o compromisso com o promover da saúde e da autonomia. Não há liberdade maior do que a possibilidade de atuar com propósito!

🙂

Léia Faustino

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